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sexta-feira, dezembro 12, 2003

 
Publication date: 11-Dec-2003
Reprinted from RatingsDirect
Outlook on Brazil LT FC Rating Revised to Positive from Stable; Ratings
Affirmed
Credit Analysts: Lisa M Schineller, New York (1) 212-438-7352; Helena Hessel, New York (1) 212-438-7349; Regina Nunes, Sao Paulo (55) 11-
5501-8937
NEW YORK (Standard & Poor's) Dec. 11, 2003--Standard & Poor's Ratings
Services said today that it revised its outlook on its long-term foreign currency
sovereign credit rating on the Federative Republic of Brazil to positive from
stable. Standard & Poor's also affirmed its 'BB' long-term local, 'B+' long-term
foreign, and 'B' short-term local and foreign currency sovereign credit ratings
on the republic; the stable outlook on the long-term local currency rating was
affirmed.
According to Credit Analyst Lisa Schineller, the positive outlook on the longterm
foreign currency rating reflects reduced external vulnerability
underpinned by ongoing marked structural improvement in Brazil's trade
balance. "Strong external performance and continued fiscal and monetary
discipline should support a sustained pick-up in growth over the next several
years, underpinned by a recovery of domestic demand in 2004," said Ms.
Schineller. "Declining interest rates and proactive debt management, which
has lowered the share of dollar-linked paper and increased the share of fixedrate
paper in domestic debt, should reduce 'crowding out' of the private sector
and help a rebound in growth," she added.`
A structural shift in Brazil's trade accounts includes broad-based growth in
products and market diversification. Exports as a share of GDP have almost
doubled, to 18% of GDP in 2003, since 1999. As a result, Brazil's external
debt burden has continued to decline over the same period, reaching historic
lows in 2003. External debt, net of liquid assets, is estimated at 210% of
current account receipts, and although this level is still higher than that in peer
credits, Standard & Poor's expects the downward trend to continue in the
coming years. Notwithstanding the projected heavy burden of private sector
medium-term external debt amortization in 2004 (US$27.5 billion, up from
US$15.8 billion in 2003), Brazil's gross external financing needs of 170% of
reserves in 2004 are projected to remain below the 2000-2002 average of
252%, though higher than 2003's low 114%.
Standard & Poor's said that the outlook on the long-term local currency debt
reflects a still-challenging profile of Brazil's domestic debt, despite recent
significant improvement in its profile. The share of dollar-linked paper fell to
around 24% of domestic debt in November 2003 from 37% at year-end 2002,
owing not just to valuation effects stemming from exchange-rate appreciation,
but also to an aggressive policy of reducing the rollover rate of principal. The
share of fixed rate paper stands at around 9% in November 2003 compared
with 2% at year-end 2002.
"Notwithstanding Brazil's recent significant improvement in macroeconomic
stability, which should underpin a recovery in growth during 2004-2005, the
longer-term growth outlook remains vulnerable, unless it is bolstered by
effective microeconomic reform," Ms. Schineller said. "The successful
implementation of reform of the energy sector and regulatory agencies, as
well as labor, bankruptcy, and judicial reform, should reduce institutional risk
and sustain investment and growth prospects beyond the next two years—
which, in turn, could support improving creditworthiness. However, Brazil's
ratings could come under downward pressure if the commitment to prudent
macroeconomic management falters or progress on microeconomic reform is
slow, thereby jeopardizing growth prospects in the medium term," she
concluded. Complete ratings information is available to subscribers of
RatingsDirect, Standard & Poor's Web-based credit analysis system, at
www.ratingsdirect.com. All ratings affected by this rating action can be found
on Standard & Poor's public Web site at www.standardandpoors.com; under
Credit Ratings in the left navigation bar, select Credit Ratings Actions.
posted by A. Song.  # 5:03 AM
 
Data de Publicação: 11 de dezembro de 2003
Brasil—Comunicado à Imprensa
Standard & Poor's altera perspectiva do rating de crédito soberano de
longo prazo em moeda estrangeira do Brasil para Positiva; ratings
reafirmados
Analistas de crédito: Lisa M. Schineller, Nova York (1) 212-438-7352; Helena Hessel, Nova York (1) 212-438-7349; Regina Nunes, São
Paulo (55) 11-5501-8937
Nova York, 11 de dezembro de 2003 (Standard & Poor’s) – A Standard &
Poor’s revisou hoje, de estável para positiva, a perspectiva do rating de crédito
soberano de longo prazo em moeda estrangeira atribuído à República
Federativa do Brasil. A Standard & Poor’s também reafirmou os ratings de
crédito soberano de longo prazo em moeda local “BB” e em moeda
estrangeira “B+”, bem como os ratings de crédito soberano de curto prazo em
moeda local e em moeda estrangeira “B” atribuídos ao País. A perspectiva
estável do rating de longo prazo em moeda local também foi reafirmada.
De acordo com a analista de crédito, Lisa Schineller, a perspectiva positiva do
rating de crédito soberano em moeda estrangeira reflete a redução da
vulnerabilidade externa do País, sustentada pela melhora estrutural
significativa na balança comercial brasileira. “O forte desempenho externo e a
continuidade da disciplina fiscal e monetária deverão oferecer o apoio
necessário à retomada do crescimento ao longo dos próximos anos, que será
sustentada em 2004 pela recuperação da demanda doméstica”, disse
Schineller. “A queda nas taxas de juros e uma administração pró-ativa da
dívida – que levou à redução dos títulos atrelados ao dólar e aumentou a
participação dos títulos à taxa fixa na dívida doméstica –, deverão reduzir o
crowding out (participação de financiamento ao governo em detrimento do
setor privado) do setor privado e ajudar a retomada do crescimento”,
acrescentou.
A mudança estrutural nas contas comerciais externas do Brasil inclui um
grande aumento na diversificação de produtos e de mercado. A participação
das exportações no Produto Interno Bruto (PIB) do País quase que dobrou
para 18% do PIB em 2003, desde 1999. Como resultado, a carga de dívida
externa do País manteve-se em queda no mesmo período, atingindo níveis
historicamente baixos em 2003. A dívida externa excluindo-se os ativos
líquidos está estimada em 210% das entradas em conta corrente e, embora
ainda seja maior que a registrada por países na mesma categoria de rating do
Brasil, a Standard & Poor’s acredita que a tendência de queda será mantida
nos próximos anos. Apesar de a carga de amortizações da dívida externa de
médio prazo do setor privado ser bastante elevada em 2004 (US$27,5 bilhões
ante US$15,8 bilhões em 2003), projeta-se que as necessidades de
financiamento externo bruto do País, em 170% das reservas em 2004, se
manterão abaixo da média de 252% registrada no período de 2000-2002,
porém acima da registrada este ano (de 114%).
A Standard & Poor’s acrescentou que a perspectiva da dívida de longo prazo
em moeda local permanece estável, refletindo o perfil da dívida doméstica
brasileira, que permanece desafiador apesar da recente melhora. A
participação dos títulos atrelados ao dólar na dívida doméstica caiu para cerca
de 24% em novembro de 2003, ante 37% ao final de 2002, como resultado
não só dos efeitos da apreciação cambial, mas também em função de uma
política agressiva de redução na taxa de rolagem do principal. Atualmente, a
participação dos títulos à taxa fixa é de 9% em comparação a 2% ao final de
2002.
“Apesar de o País ter recentemente registrado uma melhora significativa em
sua estabilidade macroeconômica – o que deverá apoiar a retomada de seu
crescimento ao longo de 2004-2005 –, a perspectiva de crescimento de longo
prazo se manterá vulnerável, a menos que seja fomentada por uma reforma
microeconômica efetiva”, disse Schineller. “A implementação bem sucedida da
reforma do setor de energia e das agências regulatórias, bem como das
reformas da Previdência, Judiciária e da Lei de Falência, deverá reduzir os
riscos institucionais, sustentar os investimentos e as perspectivas de
crescimento para além dos próximos dois anos, o que, por sua vez, poderia
servir de base para a melhora da qualidade de crédito do País. Entretanto, os
ratings do Brasil poderão sofrer pressão de rebaixamento, caso não se
mantenha o compromisso por parte do governo com uma administração
macroeconômica prudente, ou se o progresso das reformas microeconômicas
for lento, de tal forma que prejudique as perspectivas de crescimento a médio
prazo”, concluiu.
posted by A. Song.  # 5:02 AM

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