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Turkey L-T Ratings Raised to 'B+' on Continued Commitment to Economic Program; Outlook Stable
Analyst:
Ala'a Al-Yousuf, D.Phil. , London (44) 20-7847-7104; Konrad Reuss, London (44) 20-7847-7102
Publication date: 16-Oct-03, 09:14:22 EST
Reprinted from RatingsDirect
LONDON (Standard & Poor's) Oct. 16, 2003--Standard & Poor's Ratings Services said today it raised its long-term foreign and local currency sovereign credit ratings on the Republic of Turkey to 'B+' from 'B'. At
the same time, the 'B' short-term foreign and local currency sovereign credit ratings on Turkey were affirmed. The outlook is stable.
The long-term foreign currency ratings on the Export Credit Bank of Turkey were also raised to 'B+' from 'B', in line with those on the sovereign, the bank's sole shareholder.
"The upgrade reflects the significant progress that the government has made toward meeting the year-end 2003 financial targets under its IMF-supported program, and its commitment to continue implementing the program in 2004," said Standard & Poor's credit analyst Ala'a Al-Yousuf. "The government debt burden is expected to continue declining as a result of continued ambitious fiscal adjustment and a fall in real interest rates. Confidence in lira-denominated assets has also grown, and the exchange rate and international reserves have strengthened."
The ratings on Turkey remain constrained by its high public sector debt and limited fiscal flexibility. Although public sector net debt is projected to decline further in 2003, it will remain high at just over 70% of GDP at year-end 2003 and year-end 2004. Moreover, this path assumes that the government will continue to make strenuous efforts to reach its public sector primary surplus target under the IMF-supported program (6.5% of GNP), and that real interest rates will continue to decline.
"Despite the government's repeated declarations of its commitment to the IMF-supported program and its huge parliamentary majority, it has faced difficulties in adhering to its fiscal and structural reform pledges fully and in a timely manner," said Mr. Al-Yousuf. "Standard & Poor's assumes that if the government misses its primary surplus targets by a small margin in 2003 and 2004, it will continue to make sufficient progress on structural reforms to maintain a positive market sentiment."
High real interest rates also constrain the ratings. Forward real interest rates on government debt have declined sharply, but are estimated at about 10%. Further reductions will be more difficult to achieve and will depend on a continuation of current policies beyond the expiry of the IMF-supported program at year-end 2004. Inflation has continued to decline, but the central bank has not yet deemed the circumstances right to formally adopt inflation targeting.
Nevertheless, real GDP growth should be close to the target of 5% in 2003 and 2004, supported by a rebound in both domestic demand and exports. External liquidity indicators have also improved. Official gross international reserves are at a record high of about $34 billion. The current account is expected to record wider deficits of about 3.0% of GDP in 2003 and 2.6% in 2004, but the floating exchange rate regime and the cushion of official international reserves significantly mitigate the risk of another crisis. The public sector's net external debt is projected to continue declining as a ratio of current account receipts (CARs), to about
80% by year-end 2003 and 70% by year-end 2004.
"If the government perseveres with the tough fiscal adjustment despite the local elections due in April 2004 and the expiry of the IMF program at year-end 2004, the potential for rating improvements will be increased," said Mr. Al-Yousuf. "Conversely, if it abandons the discipline of the program, then the ratings will come under downward pressure."
ANALYST E-MAIL ADDRESSES
ala'a_al-yousuf@standardandpoors.com
konrad_reuss@standardandpoors.com
sovereignlondon@standardandpoors.com
29sep03 S&P
o que restringe rating?
divida/pib. juros/receita. necessidade de financiamento/reservas. divida externa/entradas conta corrente.
Fundamentos
Os ratings atribuídos ao Brasil são restringidos pelos seguintes fatores:
● Elevada carga de endividamento do governo geral e alta vulnerabilidade às oscilações das taxas de juros e câmbio. O endividamento líquido do governo geral está projetado em 62% do PIB para 2003, assumindo-se uma taxa de câmbio no final do exercício no valor de R$ 3,2 para US$1. Os juros relativos à dívida continuam bastante elevados, em torno de 23% da receita geral do governo.
● Vulnerabilidade externa significativa. Apesar de melhores, as necessidades brutas de financiamento externo do Brasil (déficit em conta corrente, amortizações da dívida de médio e longo prazo e endividamento de curto prazo) estão projetadas em uma média de 141% das reservas para 2003-2004, o que está muito acima da mediana da categoria de rating ‘B’. A dívida externa, excluindo-se os ativos líquidos, está projetada em uma média de 214% das entradas em conta corrente (current account receipts - CAR) para 2003-2004, o que corresponde a mais do que duas vezes o registrado por outros governos soberanos na mediana da categoria de rating ‘B’.
● Fraquezas da estrutura econômica que devem ser mitigadas pela agenda de reformas. Diversas distorções fiscais prejudicam a competitividade da economia e afetam a expansão da pequena base de xportações do País, além de limitarem os gastos nos tão necessários programas sociais. Outros desafios incluem o aprofundamento do mercado de capitais local e as reformas política e judiciária.
Os ratings apóiam-se nos seguintes fatores:
● Fortalecimento do ambiente institucional. O tranqüilo processo de transição política em 2002-2003 destaca o amadurecimento da democracia brasileira. O aprofundamento da cultura de responsabilidade fiscal agora vai além do poder executivo e abrange o Congresso, os governos locais e todas as linhas partidárias.
● Uma carga da dívida fiscal cuja maior parte é denominada em reais e carregada no mercado doméstico. O risco de rolagem é atenuado por um mercado de capitais doméstico relativamente profundo e cativo com relação aos títulos emitidos pelo governo. Os agentes domésticos detêm cerca de 95% da dívida interna. Além disso, embora a conta de capital seja tecnicamente aberta, ela é fortemente monitorada pelo banco central, o que desestimula bastante a fuga de capitais por parte da classe média.
● Uma estrutura macroeconômica consistente, que inclui taxa de câmbio flutuante e estratégias de controle de inflação e consolidação fiscal.
Perspectiva
A perspectiva estável do rating reflete a possibilidade de um maior fortalecimento da posição fiscal do Brasil, incluindo a aprovação das reformas tributária e da Previdência. Dada a grande vulnerabilidade externa e fiscal do Brasil, há pouco espaço para deslizes na política econômica. O progresso oportuno e resoluto das reformas da previdência e tributária deverá impulsionar as perspectivas de crescimento de longo prazo do País, ao abordar as várias fraquezas estruturais do setor público. A qualidade de crédito do País poderia ser fortalecida por fatores como: uma consolidação bem sucedida das reformas; redução da carga de endividamento para um nível mais administrável; e uma administração pró-ativa das dívidas que reduza o estoque de títulos indexados ao dólar e à taxa de juros e que amplie seus prazos. Os ratings atribuídos ao Brasil poderiam novamente sofrer pressão de rebaixamento caso houvesse algum afrouxamento em
seu atualmente sólido desempenho orçamentário e em seu compromisso com uma posição fiscal mais rígida, ou ainda, se houvesse um deslize nas reformas estruturais.